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Operação mira quadrilha suspeita de aplicar golpes em seguradoras e em donos de veículos

13/4/2018 - G1 PR

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Gaeco cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão nesta quinta-feira (12), em cidades do Paraná e de outros estados.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu, nesta quinta-feira (12), cinco mandados de prisão preventiva e outros 10 de busca e apreensão contra uma quadrilha suspeita de aplicar golpes em seguradoras e em donos de veículos.

Quatro pessoas foram presas em Telêmaco Borba, na região dos Campos Gerais do Paraná, e encaminhadas para a Delegacia da Polícia Civil na cidade. O quinto alvo da ação foi preso em Curitiba.

A operação foi batizada de Hoax. De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), as ordens judiciais foram cumpridas em cidades do Paraná e de outros estados. O MP não informou em quais cidades as ordens judiciais estão sendo cumpridas.

As investigações mostram que os prejuízos chegaram a R$ 2 milhões. As prisões e as buscas e apreensões foram determinadas pela Vara Criminal de Telêmaco Borba, que também recebeu denúncia contra 29 réus de fatos ligados à operação.

O que dizem as investigações

De acordo com o Ministério Público (MP), o grupo é suspeito de praticar modalidades diversas de estelionato - como fraude para recebimento de seguro, alienação de coisa fraudulenta e disposição de coisa alheia como própria ou utilizando documentos públicos falsificados.

Segundo as investigações, os investigados - que conheciam as atividades de despachante e de corretagem de seguros - informavam à polícia e às seguradoras o furto ou o roubo de veículos. Em alguns casos, o furto era falso e os veículos ficavam escondidos; em outros, eram recuperados.

Depois disso, uma pessoa, em nome do proprietário, informava à polícia a recuperação do veículo, sem comunicar à seguradora. Assim, mantinha a posse dos veículos ou, então, repassava-os a terceiros.

Foram investigados fatos ocorridos entre fevereiro e agosto de 2016. Porém, de acordo com o MP-PR, há a suspeita de que os crimes continuaram sendo praticados.

Além das prisões preventivas contra os supostos líderes da organização, foram aplicadas pelo Juízo aos demais integrantes do grupo medidas alternativas, como o comparecimento mensal, proibição de contato com testemunha e proibição de sair da cidade.